O Semanário de Trás-os-Montes e por excelência da Região Demarcada do Douro
Notícias do Douro Notícias do Douro
Notícias do Douro
Dolce Vita
[ Inquéritos ][ Fórum ][ Farmácias ][ Futebol ][ Agenda ][ Tempo ][ Pesquisa ][ Assinaturas ][ Publicidade ][ Ficha Técnica ][ Horóscopo ]
Transmontanos e Durienses +
Noticias do Douro
Pesquisa
Livro

Transmontanos e Durienses +

F


FERNANDES, Manuel José

Nasceu em Formil, freguesia de Gostei, concelho de Bragança, em 22-08- 1942. Frequentou a escola primária e o liceu de Bragança, donde partiu em 1960 para ingresso na Academia Militar, onde cursou Engenharia Militar para o Exército. Frequentou os três últimos anos do curso, comuns à Eng.a Militar e à Eng.a Civil, no IST, que concluiu em 1966. sem que alguma vez tivesse "chumbado". Foi oficial do Exército, Arma de Engenharia, no activo até 1981, tendo servido na EPE por diversos períodos, intercalados por comissões de serviço em Angola e Moçambique, tendo desempenhado funções de instrutor, director de instalações oficinais, director de obras, comandante de companhia e delegado do SFOE. Produziu e organizou diverso material de instrução. Em Angola e, depois, em Moçambique no comando de uma companhia de Engenharia, esteve especialmente envolvido na abertura e reparação de itinerários, execução de obras de arte, feitura e melhoria de pistas de aviação e outros trabalhos, em apoio às tropas e em benefício das populações. Ainda em Moçambique, no AEM, foi responsável pelo apoio logístico, de materiais de engenharia, às unidades militares em actuação naquele teatro de guerra. Regressou de Moçambique em Agosto de 1973, desde quando passou a integrar o movimento dos capitães que iria conduzir ao 25 de Abril de 1974. Durante os anos lectivos de 1973/74, 1974/75 foi professor dos cursos de Eng.a Militar e Eng.a Civil na Academia Militar e, em acumulação, delegado da SFOE, com a responsabilidade da programação e acompanhamento das obras em curso naquele estabelecimento de ensino. Promovido a Major desde 1974. Entre 1976 e 1978, no Regimento de Engenharia de Lisboa, trabalhou em projecto e fiscalização de obras nas qualidades de, chefe da secção de obras, oficial de operações e delegado do SFOE. Foi também Comandante do Batalhão de Engenharia de Manutenção, do Exército. Entre 1978 e 1979, na EPE, em Tancos, chefiou a delegação do SFOE, tendo desempenhado em exclusivo funções de Projecto, Gestão e Fiscalização de Obras e Instrutor da Área de Construções. Daqui, foi para o lAEM, frequentar o Curso Geral de Comando e Estado Maior. Entre 1980 e 81 chefiou a Repartição de Pessoal da Direcção da Arma de Eng.a. Em Junho de 1981, depois de passar à situação de reserva, iniciou a sua colaboração com a Firma Ilídio Monteiro Construções, Lda, tendo seguido para a Líbia onde assumiu funções na organização ali montada, primeiro como director de Zona e depois representante da empresa e coordenador das quatro áreas territoriais com outros tantos estaleiros, com obras de diversa natureza, tais como, edifícios, estradas, viadutos, uma estação de tratamento de esgotos, etc. Em Fevereiro de 1984 regressou a Portugal e, com a categoria de Director de Zona, assumiu a responsabilidade técnica das obras: Mesquita de Lisboa (2.a fase); adaptação de um edifício da Administração Geral do Porto de Lisboa a Taxa de Porto: e 1P4, troço entre Quintela de Lampaças e Santa Comba de Rossas. Em Janeiro de 1986 terminou a sua colaboração com a firma Ilídio Monteiro Construções, Lda. e assumiu a responsabilidade das obras: Barragem das Corgas, de betão e, Plano de rega da Cova da Beira sub blocos C1 e C2.1 da Meimoa em representação da firma ENGERAL, S.A. Em 1986 iniciou a sua colaboração com a EDP/EP, na DOEH, sendo colocado no Estaleiro da Barragem do Torrão onde teve como funções e actividades principais: controlo dos betões de todas as obras, controlo de pré esforçados na ponte do Marco de Canaveses; fiscalização do tratamento de fundações e drenagem dos maciços; acompanhamento da implantação de instrumentos de observação do comportamento das estruturas, e sistemas de observação geodésica; fiscalização da obra em geral; Em Junho de 1989 foi transferido para o Estaleiro de Pracana, tendo sido Chefe do Departamento de C. Civil e depois Chefe deste Estaleiro, situação em que se manteve até 31 de Março de 1994. Em Abril de 1994, foi nomeado Chefe de Estaleiro do Caldeirão, mantendo colaboração com o EHSE, no fecho dos processos das empreitadas da Pracana e, no Planeamento da Intervenção em Pracana na estiagem de 1994, a qual dirigiu localmente. Em Outubro de 1994, foi nomeado Chefe de Obra do Douro Internacional, tendo acompanhado a fase final das empreitadas de Reforço de Potência do Escalão de Miranda 11. Em Outubro de 1995. foi nomeado Chefe de Obra de Alqueva, onde se encontra no exercício das funções de Chefe da Fiscalização. Ao longo da sua carreira militar foi louvado diversas vezes e condecorado com a medalha de prata por comportamento exemplar. Considera se um cidadão do mundo, orgulhoso da sua nacionalidade e das suas origens, profundamente preocupado com o destino dos povos.


In ii volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,
coordenado por Barroso da Fonte, 656 páginas, Capa dura.
Editora Cidade Berço, Apartado 108 4801-910 Guimarães - Tel/Fax: 253 412 319, e-mail: ecb@mail.pt
Preço: 30€

(C) 2005 Notícias do Douro - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital.
Design: Notícias do Douro. Email do Jornal: noticias.do.douro@netc.pt