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Transmontanos e Durienses +

V


VIEGAS, Francisco José

nasceu no Pocinho, Alto Douro, em 14.3.1962. Mas praticamente foi em Chaves , onde ao seus pais eram professores, que o jovem Francisco se fez homem. Licenciou se em Letras pela Universidade de Évora, entre 1983 e 1987. Cedo se revelou para o jornalismo e para a crítica literária. Viria a praticar, paralelamente, a poesia e o romance. Colaborou (e ainda colabora) em Expresso, Jornal de Letras (JL), Ler (de que é Director), Seminário e Visão. Dirige na SIC, o programa semanal: Escrita em Dia.
Publicou as seguintes obras: As Imagens (Poesia Lisboa, 1987). Todas as Coisas (Lisboa, 1988); O Medo do Inverno Seguido de Poemas Irlandeses ( Lisboa, 1994). Ficção: Regresso por um Rio (imaginações para uma novela Lisboa, 1987); Crime em Ponta Delgada (Lisboa, 1989); Morte no Estágio (Lisboa1991), As Duas Águas do Mar (Porto, 1992), Um céu Demasiado Azul (Lisboa, 1995). O jornal Público, de 24.8.1997, de que é colaborador, escreveu dele: " Escritor, poeta, director da revista "Ler", autor do programa televisivo Escrita em Dia, Francisco José Viegas é, sem sombra de dúvidas, um dos que ama a palavra em toda a sua pureza. Desdobra se pelas muitas obrigações que o sucesso dos seus livros lhe foi criando e hoje é uma indesmentível verdade que a revista "Ler" é um sólido projecto de divulgação literária, o Escrita em Dia um arejado programa sobre livros e Francisco José Viegas um dos raros praticantes nacionais de um género, o romance polical. que conquistou milhões de leitores por esse mundo fora. Nos seus livros, "Morte no Estádio", "Um céu demasiado Azul", entre outros, as deambulações dos dois polícias pelos universos fechados dos personagens e também pelos muitos "portugais" que Portugal esconde deixam no ar o perfume de uma escrita elegante e mergulhada numa espécie de incessante vasculhar das realidades mais profundas que cada pessoa encerra. São histórias de porta aberta para a alma humana e de uma densidade emocional que raramente transparece das quatro linhas de jornal que, em regra, os mistérios ali relatados merecem. À sua maneira, Francisco José Viegas vai desbravando um caminho (que se espera auspicioso) para o romance policial. Um caminho que em Espanha muito foi aberto pela genial criação de Manuel Vásquez Montálban, o detective privado Pepe Carvalho, a cumprir 25 anos de existência e de muitas hesitações sentimentais no seu eterno caso de amor com a prostituta Charo. Que o exemplo catalão cresça e se multiplique! "Pepe" Viegas trabalha numa nova investigação, que desta vez vai viajar à solta por aí até chegar a Moçambique. Terra de muitos encantos mas não despiciendos mistérios. Espera se para breve a resolução, mas também que o jovem poeta renasça..." E.D. Actualmente (Maio de 1998) colabora no Diário de Notícias e tem Falatório, no canal 2 da RTP.


In i volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,
coordenado por Barroso da Fonte, 656 páginas, Capa dura.
Editora Cidade Berço, Apartado 108 4801-910 Guimarães - Tel/Fax: 253 412 319, e-mail: ecb@mail.pt
Preço: 30€

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